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Para reduzir custos, empresa migra para plano inferior

por Saúde Business Web

29/09/2008

Pesquisa da Hewitt aponta mudanças de comportamento na escolha do benefício saúde. Cortes também atingiram ações de promoção da saúde

A edição 2008 da Pesquisa Anual de Benefícios, realizada pela Hewitt Associates, mostra que, embora o benefício saúde seja oferecido por todas as empresas que participaram do estudo, a uma movimentação para as redes credenciadas de padrão inferior.

Nos níveis hierárquicos mais altos, as que ofereciam Rede Superior Internacional passaram a ofertar somente a rede nacional e as que ofereciam a Rede Superior Nacional passaram a ofertar a Rede Intermediária. Em compensação, os níveis de reembolso para a diretoria aumentaram.

Já nos níveis hierárquicos mais baixos, o padrão subiu da Rede Básica para a Rede Intermediária, porque as empresas consideraram que os planos mais básicos não estavam atendendo às necessidades dos colaboradores.

O benefício odontológico é oferecido por 83% das empresas e os check-ups, por 64%.

Dos 39% das empresas que oferecem programas de promoção da saúde, apenas 60% patrocinam estas ações de forma integral.

De acordo com a Hewitt, a falta de um instrumento que avalie a efetividade das ações de promoção da saúde pode ter sido responsável pelos cortes na oferta destes tipos de serviços: em 2004, 100% das empresas ofereciam check-up anual, mas o índice caiu para 64% em 2008.

Os benefícios para os aposentados mantiveram-se estáveis, com aumento da assistência odontológica (11%) e auxílio farmácia (5%).

Os auxílios-doença só estão sendo concedidos quando estipulados nos Acordos Coletivos.

Entre as operadoras de saúde, as escolhas das empresas recaem sobre as seguradoras (60%), seguidas de administradoras (26%), medicinas de grupo (19%), cooperativas médicas (16%) e autogestão (7%).
A pesquisa ouviu 125 empresas, nos ramos de serviços, automotivo e autopeças, química, agroquímica e petroquímica, farmacêutico, alimentos, bebida e tabaco.

Destas, um quinto faturam entre R$ 500 milhões e R$ 1 bilhão por ano, 49% tem capital de origem norte-americana, 17% brasileira, 7% alemã e 6% francesa; e cerca de metade tem entre mil e 5 mil colaboradores.

Referência: http://www.saudebusinessweb.com.br/noticias/index.asp?cod=51711

 


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